InícioMapeamento de malha rodoviária e pistas aeroportuárias

Georadar em Rodovias e Aeroportos

Mapeamos a estrutura do pavimento com GPR, FWD e LWD antes que você invista em restauração — e evitamos que o orçamento pague duas vezes pelo mesmo erro.

  • GPR em pavimento
  • FWD e LWD
  • Pistas aeroportuárias
  • Diagnóstico não destrutivo
Rodovias e aeroportos
GPR em pavimento
Sobre o serviço

Rodovias e aeroportos

Restaurar uma rodovia com base em poucos furos de sondagem é decidir no escuro. Cada sondagem mostra a espessura do pavimento naquele ponto exato — nada garante que o trecho ao lado, a cinquenta metros, tenha a mesma estrutura. O resultado mais comum: projeto de restauração subdimensionado onde o pavimento já está mais degradado do que a amostra indicou, ou reforço desnecessário onde a estrutura ainda está íntegra. Nos dois casos, o órgão gestor ou a concessionária paga duas vezes: primeiro pelo projeto errado, depois pela obra que corrige o erro.

O georadar (GPR) resolve a parte que a sondagem pontual não alcança. Ele varre a via de ponta a ponta, camada por camada, e mostra onde a espessura de asfalto muda, onde a base perdeu material e onde há vazios ou cavidades sob a pista — tudo sem abrir um único furo. Isolado, porém, o GPR não diz se o pavimento aguenta o tráfego projetado. É aí que entram o FWD e o LWD: equipamentos que aplicam uma carga controlada sobre o pavimento e medem a deflexão resultante, revelando a capacidade estrutural real de cada segmento. Combinados, os três métodos formam o par que falta na maioria dos diagnósticos — o GPR diz do que o pavimento é feito e em que espessura; o FWD/LWD diz se essa estrutura ainda suporta a carga que passa por cima dela.

A ORITI aplica essa combinação há 25 anos em projetos de infraestrutura no Brasil, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte e mais de 300 empresas atendidas — entre elas Petrobras, Vale, Braskem, Ternium e Rumo. Cada levantamento sai com laudo técnico interpretado e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), pronto para embasar o projeto executivo de restauração ou a tomada de decisão do gestor rodoviário.

O que o levantamento revela
  • Espessura real de cada camada do pavimento (revestimento asfáltico, base e sub-base), de forma contínua ao longo da via
  • Cavidades e vazios sob o pavimento que antecedem afundamentos e panelas
  • Grau de degradação e perda de material nas camadas de base e sub-base
  • Capacidade estrutural do pavimento sob carga, com FWD em rodovias e LWD em áreas de acesso restrito ou trechos localizados
  • Variações de umidade e contaminação no subleito que comprometem a vida útil do reforço
  • Em aeroportos: estratigrafia e espessura das camadas de pista de pouso, taxiway e pátio
  • Delimitação de trechos homogêneos, para dividir o projeto de restauração em lotes com solução técnica específica

Como o GPR mapeia as camadas do pavimento

A sondagem tradicional funciona por amostragem: fura-se o pavimento a cada trecho definido em projeto — geralmente a cada poucas centenas de metros — e assume-se que a estrutura entre um furo e outro é parecida. Essa suposição falha com frequência, principalmente em vias antigas que já passaram por reforços sucessivos e remendos localizados.

O GPR substitui a suposição por medição. A antena emite pulsos eletromagnéticos que refletem nas interfaces entre camadas — asfalto/base, base/sub-base, sub-base/subleito — e o equipamento registra essa reflexão a cada poucos centímetros percorridos, rebocado por um veículo em velocidade de tráfego normal. O resultado é um perfil contínuo de espessura ao longo de toda a extensão levantada, não uma foto pontual.

GPR + FWD/LWD: camadas e capacidade estrutural juntas

GPR e FWD respondem perguntas diferentes, e é por isso que um não substitui o outro. O GPR informa do que o pavimento é feito e em que espessura — dado geométrico. O FWD aplica uma carga de impacto controlada sobre a superfície e mede, por sensores dispostos em bacia ao redor do ponto de impacto, como o pavimento deflete sob essa carga — dado de capacidade estrutural. O LWD faz o mesmo tipo de medição com um equipamento mais leve, indicado para áreas de acesso restrito ou trechos onde o FWD não é operacionalmente viável.

Um projeto de restauração que usa só um dos dois métodos toma decisão pela metade. Juntos, os dois conjuntos de dados alimentam o cálculo de reforço com a variável que falta: quanto material adicionar, e em que camada, para cada trecho homogêneo identificado no levantamento.

Aplicação em rodovias e pistas aeroportuárias

Em rodovias, o levantamento normalmente acompanha o fluxo de tráfego. O GPR é rebocado por veículo em velocidade compatível com a via, sem necessidade de interdição de faixa na maior parte dos casos, e o FWD é posicionado em pontos definidos ao longo do trecho, com paradas breves e controladas.

Em pistas de pouso, taxiways e pátios, a margem de erro aceitável é menor. Uma cavidade ou perda de capacidade estrutural que numa rodovia gera manutenção corretiva, num pavimento aeroportuário representa risco à operação de aeronaves. Por isso, esses levantamentos seguem janelas operacionais definidas pelo operador do aeroporto, e o mapeamento cobre não só a pista, mas também a transição para taxiways e pátios de estacionamento.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre georadar em rodovias

O que o GPR detecta em um pavimento rodoviário?

O GPR detecta a espessura de cada camada do pavimento (revestimento, base e sub-base), variações de umidade no subleito, contaminação entre camadas e a presença de cavidades ou vazios sob a superfície. Ele não substitui o ensaio de capacidade estrutural — para isso, o levantamento é combinado com FWD ou LWD.

Qual a diferença entre GPR e FWD/LWD?

O GPR mede geometria: espessura e composição das camadas do pavimento, de forma contínua. O FWD e o LWD medem capacidade estrutural: como o pavimento se deflete sob uma carga controlada, em pontos específicos. Um diagnóstico completo de restauração normalmente usa os dois, porque respondem perguntas diferentes.

O levantamento interrompe o tráfego da via?

Na maior parte dos trechos, não. O GPR é rebocado por veículo em velocidade compatível com o tráfego normal, sem exigir interdição de faixa. Os ensaios de FWD, por envolverem paradas pontuais para aplicação da carga, podem exigir sinalização e controle de tráfego local.

O GPR funciona em pista de pouso e pátio de aeroporto?

Sim, e é uma das aplicações mais críticas do método, porque erros de diagnóstico em pavimento aeroportuário têm impacto direto na segurança operacional. Os levantamentos em pista, taxiway e pátio seguem janelas de horário definidas pelo operador do aeroporto, fora dos picos de pouso e decolagem.

O GPR detecta cavidade sob o asfalto antes que ela vire um afundamento?

Sim, essa é uma das aplicações mais valiosas do método. O GPR identifica vazios e perda de material sob o pavimento antes que o problema se manifeste na superfície como afundamento ou panela, permitindo intervenção preventiva em vez de reparo emergencial.

Vamos começar

Contrate nossos serviços

Reduza os riscos dos seus projetos de engenharia com a ORITI Solutions. Solicite um orçamento e descubra como o georadar (GPR) pode beneficiar seu empreendimento.